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PROMOÇÕES E DESCONTOS

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Cerro Corá

Paraguai

A Batalha de Cerro Corá travou-se em 1º de março 1870 na elevação de mesmo nome, na cordilheira ao norte do Paraguai.

 

Última batalha da Guerra da Tríplice Aliança (1864-1870), enfrentaram-se, de um lado, 4.500 soldados aliados e, de outro, apenas 250 paraguaios.

 

O local da batalha constitui o Parque Nacional de Cerro Corá, distante cerca de 40 km de Pedro Juan Caballero, capital do Departamento de Amamby (fronteira com Ponta Porã - Brasil)

 

Os últimos a perecerem foram o presidente e comandante-em-chefe Marechal Francisco Solano López e seu filho Panchito. Muitos prisioneiros foram executados, incluindo um filho de Solano Lopes que tinha apenas dez anos

Laguna Punta Porã

Paraguai

A 'Laguna Punta Porã' é marco histórico do nascimento de Pedro Juan Caballero, no lado paraguaio e Ponta Porã, no Brasil, que herdou o nome deste pequeno lago que servia de paragens para os carreteiros que vinham do sul do país e ali “apoitavam” suas carretas de bois para dar águas a seus animais e fazer algumas compras. 

Era uma espécie de mercearia onde se vendia quase de tudo: banha de porco, açúcar importado e também a famosa “caña”, aguardente feita no Paraguai. Um lugar que se tornara famoso e que também tinha suas lendas e histórias. Está situada no município de Pedro Juan Caballero, fronteira seca com Ponta Porã. 

Segundo nos relata 'nhá' Ramona, no início do ciclo da erva-mate, quando os gaúchos vinham do sul com suas carretas de bois e estacionavam na “paraje” (armazém) para comprar ou trocar suas provisões e dar água aos seus bois na lagoa, ficavam conhecendo uma lenda esquecida nos dias de hoje: a Flor do Lago. 

Moradores das cercanias afirmavam que em noite enluarada, quando o céu estava bem estrelado e as águas da lagoa se torna mais alva do que nunca, era possível ouvir no lugar um som melódico de uma viola. Naquele momento aparecia bem no meio do lago uma canoa com um casal dentro, a deslizar vagarosamente sobre as águas. 

Assim como surgia, a canoa desaparecia misteriosamente. Diziam os mais antigos que era a 'cuñá porã' (linda mulher) Flor, a índia mais bonita do Vale del amambay, que tinha o poder de enfeitiçar a todos com a sua voz, encantando as pessoas que andavam próximas à lagoa, enfeitiçando-as e fazendo com que se encantassem por ela. 

Certa vez, um violeiro de nome Yerson, que acompanhava uma dessas caravanas vindas do sul, caminhava sozinho próximo da lagoa e ao ouvir a melodia da 'cuñá porã' vinda de dentro do lago, começou a tocar sua viola para acompanhá-la. E os dois se apaixonaram perdidamente. 

Não agüentando mais ficar longe dela, foi ao seu encontro. Assim, nas noites enluaradas os dois são vistos em um barco no meio do lago, cantando lindas melodias de amor! Esta lenda foi pouco difunda por esta região, mas não deixa de contar uma linda história de amor que ultrapassa os limites da imaginação, deixando dúvidas se é real ou e imaginária.

11º RCMec – Regimento Marechal Dutra

Ponta Porã

O Decreto-Lei 13916, de 11 de dezembro de 1919, assinado pelo então Presidente Epitácio Pessoa, criou o 11º Regimento de Cavalaria Independente – 11º RCI, com a finalidade de proteger a fronteira oeste do Brasil, e o aquartelamento foi instalado em um terreno doado ao Exército pela Companhia Matte Laranjeira. Em 1924, o Capitão de Cavalaria Hipólito Paes Campos foi nomeado como o primeiro comandante do Regimento.

 

Em 1929, a praça existente à frente do Quartel foi denominada Praça Duque de Caxias, em homenagem ao Patrono do Exército Brasileiro, e data de 1 de janeiro de 1930, a inauguração da Vila Militar e da luz elétrica. Em 26 de dezembro de 1930, assumiu o Comando do Regimento o então Tenente Coronel Eurico Gaspar Dutra, que mais tarde tornou-se Ministro da Guerra e Presidente da República. A esta figura ímpar, foi prestada a homenagem de dar seu nome à Unidade Militar. Ao término da década de 30, o Regimento participou ativamente, junto com a polícia local, no combate ao banditismo dos grupos que instauraram o terror e o medo na fronteira, nos idos de 37 e 38. Em 1941, por ocasião da visita do Exmo Sr Presidente da República, Dr Getúlio Vargas, foi inaugurado o pavilhão administrativo.

 

Loco Rural Conductor

Elo de amizade entre o Brasil e o Paraguai, o Regimento é respeitado e querido por toda a comunidade fronteiriça, desempenhando o papel de “Sentinela Avançado da Fronteira”. Desde 1998, sua fachada é decorada para as festas natalinas, sendo sua inauguração muito aguardada com grande espetáculo de luz, som e coral, animado pela consagrada Banda do Regimento.

Prefeitura Municipal

Ponta Porã

Em 1882, a guarnição da colônia militar de Dourados, foi levada para as nascentes dos córregos: Jovai, São Tomaz, Carambola, São Vicente, Ponta Porã, Teguajho e do Rio São João. Local preferido pelos carreteiros que faziam o transporte de erva-mate, dando o início de uma povoação, denominada Punta Porã. A guarnição transferida, teve a finalidade de proteger os carreteiros dos ?quatretos? paraguaios. O primeiro Ponta Poranense registrado, foi Boaventura Nazaré, nascido em 1885. O município foi criado pela Lei Nº 617, de 18 de julho de 1912. Comemora-se seu aniversário dia 18 de julho.

Museu da Erva Mate

Ponta Porã

Iniciativa Privada da Família Benites, proprietária da empresa Erva Mate Santo Antonio, consta de um museu que se observa fotos, documentos, réplicas de instrumentos ligados a produção da erva mate, edições de jornais e revistas antigas, gravuras e até mesmo um veículo antigo. Aberto a visitação gratuitamente, de 2° a 6° feira em horário comercial, oferece ainda a projeção de vídeo sobre a cidade e a erva mate, e os serviços de um historiador.

Grandes Bandeiras

Ponta Porã

Este monumento localizado logo na entrada da cidade representa a fronteira entre os dois países, estando a bandeira do Brasil e do Paraguai embora juntas, estão em países diferentes.

Castelinho

Ponta Porã

A edificação conhecida como Castelinho, foi construída no final da década de 1920, para sediar a Policia Militar e além da parte destinada as atividades administrativas, continha celas, haja visto a inexistência de presídio na época. É tombado como patrimônio histórico pelo Decreto 3.940, de 04 de novembro de 1996. O mesmo decreto destina-o a instalação da Casa da Cultura e Museu Municipal de Ponta Porã.

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